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Desenvolvimento de site: 5 dicas infalíveis para empresas B2B

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Você sabia que o desenvolvimento de sites influencia diretamente a capacidade de resultados digitais? Pois é, essa estratégia é determinante para a conversão, a interação dos usuários e até mesmo a efetividade das vendas.

Apesar de fundamental, muitas empresas ainda subestimam a importância do desenvolvimento de sites. Assim, fazem apenas o básico com o objetivo de melhorá-lo depois.

Mas, os diversos recursos e características estão vinculados à programação e planejamento inicial, sendo difícil alterá-los posteriormente sem uma reestruturação completa.

Saiba como aumentar a conversão no site 

A conversão no site diz respeito a quando um visitante transforma-se em lead. Ou seja, ele passa as informações de contato à empresa.

Após essa isso, a marca adiciona um novo lead na base e pode trabalhar o relacionamento para torná-lo um cliente.

Portanto, a capacidade de vendas da marca está diretamente relacionada à taxa de conversão. São diversas as estratégias desenvolvidas com esse objetivo. Conheça a seguir as principais:

 

1. CTAs

São as chamadas à ação, dizem respeito a botões claros e objetivos sobre a próxima ação do usuário no site, ajudando a simplificar a jornada de compra.

Alguns exemplos de CTA são: faça o download; inscreva-se; acesse aqui; saiba mais; preencha o formulário etc.

Portanto, trata-se de “comandos” de forma imperativa que auxiliam o usuário na jornada para a conversão. Sendo essenciais em páginas estratégicas, como landing pages e páginas de serviços.

2. Formulários

Os formulários de contato estão entre as principais práticas que viabilizam a conversão de usuários em potenciais clientes.

O ideal é que, nessa primeira conversão, o lead informe apenas o indispensável para que o time de marketing possa entrar em contato. Por exemplo: nome, e-mail e segmento da empresa em que trabalha.

Tentar obter muitas informações de uma só vez é um dos erros mais comuns nesta fase. O que desencoraja o visitante a iniciar um relacionamento com a marca.

No entanto, conforme o lead avance na jornada de compra nutrido por conteúdos, é possível solicitar mais informações a cada etapa alcançada.

3. Landing pages

As landing pages são aquelas páginas criadas com um único objetivo: converter o usuário!

Em geral, essas páginas oferecem algo ao visitante, como um material rico, webinar, templates, testes grátis, ebooks, entre outros.

As LPs devem ser objetivas, ter uma breve descrição da oferta – resumo do conteúdo e benefícios – e um formulário. Normalmente, essa página não tem rolagem e nem menus para não desviar o foco do usuário.

4. Banners de conversão

Apesar de terem uma má fama, os banners de conversão, quando usados corretamente, são importantes aliados no aumento da geração de leads do site.

Para que a estratégia dê resultados, os banners devem ter algumas características, como:

  • Ser sucinto e objetivo;

  • Usar imagens de qualidade;

  • Estruturar corretamente às informações;

  • Prezar por um layout claro e atrativo.

Os banners com CTAs são mais interessantes e objetivos, sendo uma opção para prender a atenção do usuário. Uma dica é convidar para o download de um e-book relacionado ao conteúdo acessado.

5. Testes A/B

Os testes A/B são importantes aliados na estratégia de conversão do site. Eles podem ser usados em diferentes práticas, como nos CTAs, landing pages, formulários e banners.

A ideia é basicamente testar modelos diferentes de cada elemento e verificar qual converte mais para torná-lo o padrão. Os testes podem e devem continuar sempre, possibilitando a otimização constante.

 

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Boas práticas de desenvolvimento de sites focados em resultados

Agora que você já conhece quais ações impactam a conversão de leads na página, é preciso entender os principais elementos do desenvolvimento de sites. Confira!

1. Experiência do usuário

A experiência do usuário (UX) é o elemento central do desenvolvimento de sites atualmente. Este aspecto envolve a compreensão da persona e do negócio para criar um site que entregue os resultados desejados.

Por exemplo, as experiências de um usuário sênior e de um millennial são diferentes. O que exige uma estrutura da informação voltada a atender às demandas de cada público.

Esta usabilidade estudada no processo de UX se refere à facilidade para que o usuário encontre o que procura e execute as ações no site. Portanto, influencia a conversão e os resultados alcançados.

2. SEO

A otimização para mecanismos de busca (SEO) tem diversas funções em um site e já precisa ser implementada na fase de desenvolvimento da página.

A estratégia é responsável diretamente por facilitar que o site seja encontrado nos mecanismos de busca, como o Google. E, de forma indireta, influencia na conversão dos leads.

Para obter melhores resultados com o SEO, o desenvolvimento de sites precisa trabalhar com fatores, como:

  • Palavras-chave;

  • Conteúdo;

  • Navegabilidade entre páginas;

  • Usabilidade do site;

  • Páginas responsivas;

  • Links e URL amigável;

  • Tempo de carregamento das páginas;

  •  Imagens e CTA;

  • Títulos e subtítulos.

Além disso, as estratégias de otimização contribuem para melhorar a autoridade do site.

3. Conteúdo de qualidade

Para desenvolver o site de forma adequada e guiar os visitantes para a conversão, é importante elaborar conteúdo de qualidade.

A página inicial, as soluções e os serviços devem apresentar materiais interessantes, atrativos e úteis para a persona. O conteúdo deve ser focado na persona e nos objetivos da empresa para que o resultado final seja realmente efetivo.

Além disso, o marketing de conteúdo é uma das principais práticas atualmente. Neste caso, estruturar a página de blog e criar conteúdo relevante são fundamentais para conseguir os resultados esperados.

4. Segurança

Os processos de segurança dos dados pessoais são cada vez mais relevantes, tanto para os usuários como também para a legislação.

A partir de 2020, entrará em vigor, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A nova norma trata dos processos para garantir uma coleta de dados mais segura e transparente.

Dessa forma, o desenvolvimento de sites já deve considerar essas novas exigências. Logo, deve pedir a autorização do usuário para uso de cookies e também ter políticas claras e objetivas para informar a utilização dos dados e as estratégias de segurança.

Outro ponto relevante da segurança diz respeito aos ataques virtuais. Se a página não tiver os protocolos adequados, corre-se o risco de hackers invadirem o site e tirá-lo do ar.

5. Monitoramento

Muitos gestores ainda acreditam que o site é estático e, uma vez finalizado, não demanda tanta atenção quanto as outras estratégias.

As boas práticas, entretanto, determinam que o site seja constantemente monitorado. Assim, é importante acompanhar as taxas de acesso, navegação e conversão.

Como consequência, as métricas ajudam a identificar as páginas que devem ser revistas por não apresentarem resultados satisfatórios.

Com esse acompanhamento, a empresa pode atuar constantemente para tornar o site mais dinâmico, atraente e focado em resultados.

 

 

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Como criar lading pages com boas taxas de conversão para o mercado imobiliário

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Dados do mercado mostram que 45% dos usuários que visitam landing pages têm maior propensão a comprar o produto ou serviço apresentado. Por isso, para potencializar resultados das estratégias de marketing digital, é importante saber como criar uma boa landing page.

Há soluções disponíveis no mercado e boas práticas que pode ser seguidas para que a criação e o monitoramento das landing pages sejam mais eficientes. Então, como criar landing page com boas taxas de conversão?

 

1. TENHA UM OBJETIVO E SEJA CLARO NO TEXTO DA SUA PROPOSTA

Não coloque muitas informações nas suas landing pages. Sabe quando dizem que menos é mais? Sim, ele se aplica muito bem nesse caso. Coloque apenas informações que forem estritamente necessárias para que o visitante entenda o valor da sua proposta.

O tempo de atenção na Internet é muito curto e os canais digitais exigem que sua mensagem seja certeira, por isso a landing page é um ponto de conversão rápido. 

O título da landing page é a primeira coisa que o visitante vê. Por isso, ele precisa ser direto, simples e conter a palavra-chave foco do assunto principal. Seu título precisa atrair o leitor, incentivá-lo a consumir o seu conteúdo e a saber mais sobre o seu negócio. Recomenda-se que essas páginas tenham textos de menos de 500 palavras.

A estrutura de bullet points, ou seja, uma lista de itens, faz com que seu visitante absorva melhor o conteúdo. A explicação da proposta, assim, é dividida em tópicos claros que serão rapidamente percebidos.

 

2. FAÇA UMA LISTA COM OS BENEFÍCIOS DA SUA SOLUÇÃO APRESENTADA

É necessário ter em mente que o visitante que chega à sua página busca informações precisas. Portanto, é indispensável que, seu produto ou serviço, seja apresentado de maneira clara e objetiva. Uma breve lista com os benefícios vai ajudar nisso.

As landing pages tem como vantagem serem dinâmicas. Você tem a possibilidade de construir páginas de conversão com diferentes objetivos de acordo com as ações do seu lead durante o processo de qualificação.

 

3. TENHA UM VISUAL ATRATIVO NA LANDING PAGE

Investir nos recursos visuais corretos vai fazer uma grande diferença na potencialização dos resultados na landing page. Uma boa imagem ou um vídeo pode capturar rapidamente a atenção dos usuários e ter o papel de complementar a proposta.

Outro recurso que pode ajudar a melhorar as taxas de conversão é utilizar o “Conteúdo Dinâmico”. Dessa maneira, é possível selecionar conteúdos diferentes e mais adequados para cada persona.

 

4. LEVE O LEAD PARA A AÇÃO

Toda landing page é realizada para incentivar uma ação única. A forma como essa ação é exibida é chamada de CTA (call to action ou chamada para ação).

Essa ação pode ser, por exemplo, o cadastro em uma mailing list ou uma demonstração gratuita de seu serviço. O que importa, nesse caso, é fazer com que o CTA seja claro e esteja alinhado às necessidades da persona.

Nesse contexto, o CTA deixa claro que algo de valor está sendo oferecido em troca das informações de seu visitante. No entanto, é fundamental não abusar da quantidade de CTAs, a fim de não confundir seu visitante e diminuir as conversões de sua landing page. Dê preferência a CTAs simples e diretos para a ação desejada. A Whirlpool, por exemplo, aumentou a CTR (Click Through Rate ou taxa de cliques) em suas campanhas em mais de 40%, depois de eliminar 3 botões de call to action secundários e inserir um botão simples e direcionado.

 

5. FAÇA TESTES COM DIFERENTES PERGUNTAS NOS FORMULÁRIOS

Ao criar um formulário para a landing page, você precisa inserir as perguntas que realmente importam para seu negócio. Se você está construindo uma página de topo de funil, não precisa pedir telefone, empresa e cargo ainda, ok?

Faça as perguntas certas, na hora certa. Perguntas muito invasivas para leads de topo de funil podem gerar altas taxas de rejeição. A quantidade de perguntas do seu formulário também vai estar relacionado à posição da sua oferta dentro do funil de vendas e tem uma grande parcela de responsabilidade na hora de converter ou não um visitante.

Se o visitante ainda não tem uma relação com sua marca, dificilmente ele vai preencher um formulário com muitas perguntas. Faça testes e descubra as melhores perguntas para cada tipo de landing page.

 

6. FAÇA OTIMIZAÇÕES CONSTANTEMENTE NA LANDING PAGE

Depois de ter uma landing page pronta, é sempre possível otimizar seu poder de conversão. Isso pode ser feito com testes e análise de resultados.

Substituir itens na sua landing page pode trazer uma taxa de conversão maior. Por isso, é importante testar e monitorar os resultados constantemente. Você deve experimentar diferentes imagens, títulos, textos, cores, CTAs, etc., e ainda pode alterar o posicionamento deles.

Plataformas de análise gratuitas, como o Google Analytics, são formas de medir o desempenho de sua página. Ainda, baseado em hipóteses e experimentação, é possível utilizar a técnica de testes A/B como aliada nessa análise. Por exemplo, pense em duas versões um pouco diferentes da mesma landing page e faça testes de como esses elementos performam. Assim, você terá insights sobre o que ajuda a aumentar suas conversões.

 

Você gostou das nossas dicas sobre como criar uma landing pages?  A Alfama Web desenvolve a melhor solução para os problemas de conversão por meio de landing pages e desenvolvimento de sites. Entre em contato com a gente e tenha as melhores soluções.

 
 
 
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Saiba quais são as principais atualizações de algoritmo no google experience

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Experiência do usuário: Como ela funciona na prática?

Em inglês user experience (UX) na tradução experiência do usuário, é um conjunto de parâmetros que dizem respeito a interação do usuário com site, página, serviço ou produto, que a depender da qualidade dessa interação, é possível gerar um impacto positivo ou negativo.

A relações dos visitantes com os sites passaram a ser valorizadas, conforme o amadurecimento das estratégias digitais e das empresas, além da mudança no comportamento consumidor no ambiente online.

Mas para que serve o Google Page Experience?

Ele eleva o status do UX mudando de uma preocupação da empresa com o usuário para um aspecto determinante para ranqueamento. Existem outros pontos para a otimização de sites já são conhecidos, como por exemplo:

  • Sites responsivos e priorização do mobile;

  • Velocidade de carregamento das páginas;

  • Navegação segura;

  • Boas práticas de SEO na construção de conteúdo das páginas e blogs com palavras-chave estratégicas.

Mesmo que a qualidade do conteúdo ainda seja um dos principais fatores levados em consideração, a mudança no comportamento do usuário impulsionou as novas mudanças e variáveis no que diz respeito ao ranqueamento, priorizando assim experiências positivas nas páginas. 

Com isso, é nesse cenário que o Google Page Experience acabou surgindo com o objetivo de ampliar o foco sobre a experiência do usuário nas páginas, com foco na facilidade de navegação e usabilidade. Sendo assim, alguns itens passam a ter maior atenção, como por exemplo:

  • Utilização de protocolo HTTPS;

  • Tempo de resposta para ações do usuário abaixo de 100 milissegundos;

  • Carregamento da maior parte da página, texto e imagem, abaixo de 2,5 segundos;

  • Cuidado com elementos que saltam e se desconfigurem da página; 

Por consequência foram criados também um conjunto de métricas para medir a experiência do usuário nas interações, denominados de Core Web Vitals (métricas essenciais da web), falaremos mais a frente sobre.

Sendo assim, a união dos Core Web Vitals com as determinações já existentes sobre o UX representam a atualização do Google Page Experience, com o objetivo de aprimorar a qualidade de avaliação sobre os sites na lista de resultados.

 

Conheça quais são as métricas de avaliação do Page Experience

Para que você saiba o que é necessário melhorar na experiência do usuário no seu site, é preciso conhecer as métricas do Core Web Vitals. Sendo três: Estabilidade visual da página (CLS Cumulative Layout Shift), desempenho de carregamento (LCP ou Largest Contentful Paint) e interatividade (FID ou First Input Delay). 

Vale ressaltar que somente 25% de toda a internet tem os Core Web Vitals dentro do padrão considerado “bom”, de acordo com o Chrome UX Report.

CLS – Cumulative Layout Shift

Essa é a métrica responsável por medir a estabilidade visual do layout e foi a mais recente implementação. Ela é utilizada para analisar a estabilidade quando a página é carregada ou rolada para baixo. Este índice deve estar sempre abaixo de 0,1 para garantir uma boa experiência.

A análise diz respeito a botões que flutuam na página, informações que mudam de lugar de modo desnecessário, entre outros itens que prejudicam a navegação. Sendo assim, os sites que possuem muitos banners, anúncios e pop-ups precisam de um olhar apurado para este elemento. 

Uma das dicas de boas práticas para melhorar este indicador é definir medidas de altura e largura para imagens e vídeos, o que otimiza o carregamento. Mais uma boa prática é usar atributos para que os textos sejam carregados com fontes padrão.

LCP – Largest Contentful Paint

Diz respeito a métrica que mede o tempo para o maior conteúdo visível da página ser totalmente carregado. Para proporcionar uma boa experiência, o site deve iniciar o carregamento em até 2,5 segundos.

Algumas medidas podem ser tomadas para otimizar o tempo de carregamento e melhorar o Google Page Experience, como por exemplo:

  • Empregar cache e pré-carregamento para partes estáticas;

  • Usar técnicas para carregar as imagens apenas quando o usuário rolar a página e alcançar essas mídias;

  • Buscar novos formatos de imagens para minimizar o tempo de carregamento, como o arquivo WebP.

  • Analisar a hospedagem que, se for compartilhada, pode prejudicar a experiência;

FID – First Input Delay

Falaremos agora sobre a interatividade da página. A FID é a métrica responsável por mensurar quanto tempo demora para que um determinado site responda a comandos dos usuários, seja a abertura de aba ou um simples clique.  

O ideal é que esse indicador fique abaixo de 100 milissegundos. Para otimizar essa métrica e facilitar a experiência do usuário, o cache do navegador é de suma importância. Outras boas práticas são por exemplo: 

  • Ser amigável para mobile e compatível com todos os tipos de dispositivos.

  • Reduzir a utilização de arquivos JavaScript e CSS;

 

Outros requisitos previstos para o Google Page Experience

Além das três métricas supracitadas no Core Web Vitals, há outros itens que devem ser levados em consideração nas atualizações do Google Page Experience para promover melhores experiências. Sendo estes:

  1. Conexão segura: ter um código HTTPS seguro é essencial para os sites, já que é considerado fator de ranqueamento pelos buscadores e para experiência do usuário. 

  2. Navegação sem empecilhos: os usuários devem conseguir navegar sem conteúdos maliciosos, como malwares, ou enganosos, como phishing.

  3. Elementos intrusivos: os banners e pop-ups podem atrapalhar o caminho do usuário para obter as informações desejadas. Isso faz com que ele desista da navegação. Então, tais elementos são negativos.

 

Você e sua empresa estão prontos para a atualização do Google Page Experience?

Com essa atualização no que tange a valorização da experiência do usuário, fica claro e cristalino a necessidade de olhar profundamente o seu site para adequação das páginas. 

E para se preparar para o Google Page Experience, deixamos aqui algumas  extensões, estratégias e ferramentas que podem ser utilizadas, como por exemplo, o Google PageSpeed Insights, Lighthouse, Chrome UX Report, Google Search Console, e até mesmo a extensão Web Vitals.

Entretanto, uma boa opção para quem não consegue se debruçar sobre esse tema é contar com uma agência de marketing digital especializada nas melhores práticas do mercado para SEO e otimização de sites, como a Alfama Web.

Temos profissionais qualificados para fazer a análise do seu site atual, recomendar as mudanças necessárias e realizar as otimizações, ou até construir um novo site do zero. 

Entre em contato conosco agora mesmo

 
 
 
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